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Explorando a  conexão entre pessoas através da música com o app do Spotify

Valorização do perfil do usuário e acréscimo de novas funcionalidades

Contexto

Em 2019, a Revista Galileu divulgou uma matéria questionando se as redes sociais aumentam nossa solidão, na qual refletia a respeito de como estas são uma poderosa ferramenta para aproximar as pessoas de maneira online. Em contrapartida, alertou para os perigos de trocar as interações cara a cara pelo contato com as mídias digitais, o que pode resultar em solidão indesejada, levando usuários a terem problemas relacionados ao bem-estar e à saúde.

Já em 2023, a Veja publicou, em tom mais alarmista, sobre o assustador impacto da tecnologia nas relações sociais, demonstrando que, quatro anos após o alerta feito pela Galileu, o cenário tem apenas se agravado. Segundo ela, apesar de a humanidade estar cada dia mais conectada, "os smartphones e redes sociais estimulam o comportamento individualista e as relações superficiais".

Essas duas matérias foram encontradas como resultado em uma pesquisa rápida na web unindo os termos "tecnologia" e "solidão", mas mesmo sem elas é possível notar, através de nossas próprias relações, que os seres humanos estão se sentindo cada vez mais sozinhos. Cabe, então, aos profissionais da tecnologia, levarem esse sentimento em consideração na hora de projetar seus produtos.

"Preferência musical revela personalidade e é capaz de unir pessoas"

É o que diz a matéria do O Globo, que se baseou em um estudo feito com 350 mil participantes de mais de 50 países distintos.

 

Tal resultado leva à reflexão de que uma plataforma digital como o Spotify tem em suas mãos uma poderosa ferramenta de conexão entre pessoas: a música.

Desafio:

Modificar o aplicativo do Spotify de modo a valorizar e aumentar as interações entre usuários dentro da plataforma, a fim de promover a identificação e a conexão das pessoas através da música.

Objetivos:
 

  • Investigar formas de tornar o perfil dos usuários mais pessoal e atrativo, permitindo a expressão mais fiel de suas personalidades;

  • Propor formas criativas de interação entre os usuários, tendo a música como principal temática para tais;

  • Incentivar e facilitar o compartilhamento de conteúdo entre usuários dentro da plataforma;

  • Permitir o acompanhamento de notícias sobre as atividades que seus amigos realizam no aplicativo (ex.: criação/atualização de playlists, descoberta de novos artistas, etc.);

  • Incentivar o encontro entre pessoas na vida real.

O Spotify é, em 2023, o serviço de streaming de música mais popular e utilizado no mundo, com mais de 500 milhões de usuários ativos mensais.

Observando os softwares da empresa, em especial os aplicativos para desktop e mobile, é possível observar o interesse em conectar os usuários através de funções como "seguir" e da possibilidade (disponível apenas no aplicativo para desktop) de acompanhar em tempo real o quem você segue está ouvindo.

Então por que não explorar mais a fundo esse interesse? É esse o foco desse estudo de caso!

Pesquisa primária [empatizar]

Para iniciar a fase de empatia do processo de design, foi realizada uma pesquisa em formato de questionário, que foi respondida por participantes reais, brasileiros e com idade entre 25 e 31 anos. Foram 10 perguntas que tinham como objetivos:

  • Entender como e com que frequência os participantes compartilham indicações de música com alguém e como eles agem em relação às músicas compartilhadas com eles;

  • Investigar se os participantes costumam ir a  shows e apresentações de música. Em caso de resposta afirmativa, qual a escala destes eventos (local, nacional ou internacional) e como ficam sabendo dos mesmos;

  • Saber qual o principal meio usado pela amostra para escutar música no desktop e no celular e como os participantes interagem com seu próprio perfil e como os seus "companheiros" de streaming.

Insights

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Mapas de empatia

Em 2019, a Revista Galileu divulgou uma matéria questionando se as redes sociais aumentam nossa solidão, na qual refletia a respeito de como estas são uma poderosa ferramenta para aproximar as pessoas de maneira online. Em contrapartida, alertou para os perigos de trocar as interações cara a cara pelo contato com as mídias digitais, o que pode resultar em solidão indesejada, levando usuários a terem problemas relacionados ao bem-estar e à saúde.

Já em 2023, a Veja publicou, em tom mais alarmista, sobre o assustador impacto da tecnologia nas relações sociais, demonstrando que, quatro anos após o alerta feito pela Galileu, o cenário tem apenas se agravado. Segundo ela, apesar de a humanidade estar cada dia mais conectada, "os smartphones e redes sociais estimulam o comportamento individualista e as relações superficiais".

Essas duas matérias foram encontradas como resultado em uma pesquisa rápida na web unindo os termos "tecnologia" e "solidão", mas mesmo sem elas é possível notar, através de nossas próprias relações, que os seres humanos estão se sentindo cada vez mais sozinhos. Cabe, então, aos profissionais da tecnologia, levarem esse sentimento em consideração na hora de projetar seus produtos.

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